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Dossiês

Dossiês de Mortos e Desaparecidos Políticos

Triste memória a de um povo que tem que lembrar dos que morreram ou desapareceram sob o jugo de torturadores não confessos, não publicizados, não responsabilizados!

 

Cecília Coimbra e Flora Abreu consultando dossiês no Arquivo Público do Rio de Janeiro

 

Durante a ditadura civil-militar no Brasil, que perdurou de 1964 a 1985, milhares de pessoas foram atingidas: desde as que foram perseguidas, perderam seus empregos, viveram clandestinamente, refugiaram-se em outros países, até as que foram presas, torturadas, assassinadas ou simplesmente desaparecidas. Milhares de famílias sofreram e sofrem até hoje os efeitos do terrorismo de Estado então implementados. Muitas ainda não puderam enterrar os seus mortos, porque nunca conseguiram localizar os seus corpos.

A nossa luta continua no sentido de exigir a abertura de todos os arquivos das Forças Armadas e dos órgãos de repressão, para que a verdade seja esclarecida e para que esta triste memória faça parte da história do Brasil. Precisamos enterrar todos os nossos mortos e publicizar os nomes dos autores desses terríveis crimes contra a humanidade. São 50 anos de segredos tão bem guardados!

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Memorial do Cemitério Ricardo de Albuquerque, onde estão sepultados 14 militantes políticos assassinados pela ditadura civil-militar, entre 1970 e 1974

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Navegue pelo menu lateral para visualizar as listas, resultado da busca de muitos anos pelo Instituto de Estudo da Violência de Estado – IEV, pela Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos de São Paulo, pelo Grupo Tortura Nunca Mais do Rio de Janeiro e pelo Grupo Tortura Nunca Mais de Pernambuco. Todos os documentos que temos, referentes aos atos de terrorismo do Estado durante a ditadura, estão disponibilazados para as Comissões da Verdade, Nacional e Estadual, e para todos os pesquisadores que se dispõem a árdua tarefa de desvendar esses segredos.

 

 

 

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