| Campanha Parcerias Solidárias ao GTNM/RJ |
Desde sua criação o GTNM/RJ sempre sobreviveu com poucos recursos provenientes de doações que,
a cada ano, se tornam menores e do trabalho de seus militantes. Infelizmente, atualmente encontra-se em uma situação financeira extremamente difícil.
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| Mais um Capítulo na Produção do Esquecimento |
O GTNM/RJ divulgou uma nota de repúdio contra a Portaria nº567, designando um Grupo de Trabalho com a finalidade de coordenar “as atividades necessárias para a localização , recolhimento e identificação dos corpos dos guerrilheiros e militares mortos no episódio conhecido como Guerrilha do Araguaia”
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| Rede Latino-Americana |
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Boletins e declarações da Rede Latino-Americana e do Caribe de Instituições de Saúde contra a Tortura, a Impunidade e outras Violações aos Direitos Humanos |
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| » Alerta de Segurança: Marcelo Freixo e Vinicius George |
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| » Governo muda classificação e censura papéis históricos |
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| » Comissão Interamericana de Direitos Humanos apresenta demanda contra O Brasil |
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| » Condenação do GTNM/RJ: Dificuldades na Comprovação dos Crimes de Tortura |
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O Grupo Tortura Nunca Mais/RJ foi condenado a reparar, a título de danos morais, os policiais federais Roberto Jaureguiber Prel Júnior, Luiz Oswaldo Vargas de Aguiar, Luiz Amado Machado e Anísio Pereira dos Santos. O processo encontra-se em fase de execução de sentença.
A condenação decorre de texto contido no site do GTNM/RJ, no qual a entidade buscou repercutir a denúncia feita por Carlos Abel Dutra Garcia, preso em 20 de agosto de 1996, em flagrante abuso de autoridade dos policiais federais, que o conduziram para a Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro e, posteriormente, o agrediram.
O Judiciário entendeu que o GTNM/RJ teria extrapolado no relato dos fatos, acusando os policiais federais da prática de tortura sem que estes tenham sido condenados.
Este processo traz à reflexão algumas questões que cercam os casos de denúncias de violência perpetrada por policiais em serviço. Sabe-se que, em muitos casos, as investigações são feitas pela própria instituição a que pertencem os policiais suspeitos da prática dos atos de violência. Em alguns casos, a investigação fica a cargo de colegas que mantêm convívio diário com os policiais suspeitos. Surgem, então, dúvidas quanto à isenção na apuração desses fatos.
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| » Campanha pela Imediata Abertura dos Arquivos do Terror. |
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