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Dossiês de Mortos e Desaparecidos Políticos

Triste memória a de um povo que tem que lembrar dos que morreram ou desapareceram sob o jugo de torturadores não confessos, não publicizados, não responsabilizados!

 

Cecília Coimbra e Flora Abreu consultando dossiês no Arquivo Público do Rio de Janeiro

 

> Outras Mortes

Militante do PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO (PCB).

Nasceu no dia 22 de setembro de 1918, na cidade de Olinda, no Estado de Pernambuco. Seus pais eram João Baptista Martins Saldanha e Maria da Conceição de Barros Saldanha.

Casado com Idalina Saldanha, era pai de cinco filhos.

Professor de História, Geografia e Ciências. Exerceu o magistério em diversos estabelecimentos de ensino na cidade do Rio de Janeiro, citando-se o Colégio Rui Barbosa, o Colégio Mello e Souza, o Instituto de Educação Brasil-América.

Dirigiu também o Colégio Helvécio Xavier Lopes, no Rio de Janeiro.

Convidado por Antônio Houaiss, Saldanha colaborou na Enciclopédia Britânica, escrevendo verbetes ligados à educação.

Era, ainda, Inspetor Federal do Ministério da Educação e Cultura.

Foi Presidente do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro de 1967 a 1969. Foi reeleito para novo mandato – de 1969 a 1972. Não chegou a ser empossado porque foi cassado. Preso em 1970, foi levado para o DOI-CODI/RJ e torturado. Os torturadores se preocuparam particularmente em dar choques elétricos sobre uma verruga que Saldanha possuía na cabeça. Após 42 dias foi libertado, juntamente com Cecília Coimbra, que também se encontrava presa e foi testemunha dessa terrível.

Segundo diagnóstico médico, isso contribuiu para desencadear um processo de metástase que acabou levando Saldanha à morte, em 8 de Dezembro de 1974.

Antônio Carlos Silveira Alves

Estudante da Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil.

Morto em 1° de abril de 1964, quando organizava, junto com outros companheiros seus, a resistência ao golpe militar. A arma que conduzia disparou, matando-o com um tiro no estômago. Vários estudantes que, em 1° de abril de 1964, ocuparam o CACO – Centro Acadêmico da Faculdade Nacional de Direito – para resistirem ao golpe militar, foram testemunhas do acidente que vitimou Antônio Carlos.

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Estudante da Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil.

Morto em 1º de abril de 1964, quando organizava, junto com outros companheiros seus, a resistência ao golpe militar. A arma que conduzia disparou, matando-o com um tiro no estômago. Vários estudantes que, em 1º de abrilde 1964, ocuparam o CACO – Centro Acadêmico da Faculdade Nacional de Direito – para resistirem ao golpe militar, foram testemunhas do acidente que vitimou Antônio Carlos.

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Militante da AÇÃO LIBERTADORA NACIONAL (ALN).

Morto, acidentalmente, em junho de 1970, em São Paulo, quando a arma de um de seus companheiros disparou, atingindo-o mortalmente.

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Militante da VANGUARDA POPULAR REVOLUCIONÁRIA (VPR).

Estudante universitária morta, aos 21 anos de idade, em acidente de automóvel em 08 de novembro de 1968, às 19:00 horas, no km 69 da BR-116, próximo a Vassouras (RJ), quando o carro em que viajava com o marido Antônio Abi-Eçab, explodiu devido à detonação de explosivos que transportavam.

O exame necroscópico de Catarina, realizado em 9/11/68, no Instituto Médico Legal de Vassouras e firmado pelos Drs. Pedro Sarillo e Almir Fagundes de Souza, dá como “causa mortis” fratura de abóboda craniana provocada por instrumento contundente. Foi sepultada por sua família no Cemitério do Araçá/SP.

02/04/2001 – 21:37:56

Jornal Nacional revela assassinato de dois jovens por militares em 1968

Globo.com

O Jornal Nacional de hoje mostrou a primeira parte de uma reportagem do jornalista Caco Barcellos sobre o assassinato de dois jovens estudantes de filosofia pela ditadura militar, em 1968. A investigação, que durou um ano, revela que Catarina Helena e João Antônio Abiassabi, que moravam na cidade da Vassouras (RJ), foram torturados e mortos por militares por terem supostamente participado da morte de um agente da CIA no Brasil.

Quem revela a história é Waldemar de Oliveria, que era recruta do exército e foi deslocado para atuar como espião junto a possíveis inimigos do regime militar. Uma das missões de Waldemar foi a de seguir estudantes suspeitos do assassinato do agente da CIA em bares da Cinelândia e Vila Isabel, no Rio.

Waldemar acabou apontando um casal com os codinomes Leocádia Cristina e Edenilson como possíveis envolvidos. Ele conta que o casal foi retirado algemado e amordaçado da casa onde moravam e colocado no porta-malas de um automóvel, sendo levados para a Floresta da Tijuca e depois para a casa de um coronel do exército em S. João de Meriti (subúrbio do Rio), onde a mulher teria sido despida e espancada cruelmente.

Mas o fim do casal chegaria depois, quando o chefe da operação acertou Catarina Helena e João Antônio com tiros fatais. Os corpos foram jogados no quintal da casa, onde hoje se encontra um shopping center.

Amanhã, o Jornal Nacional vai mostrar a segunda parte da reportagem sobre o assassinato.

Jornal Último Segundo – 04/04/2001

RIO – A Comissão Especial de Mortes e Desaparecidos, que apura o que aconteceu com os presos políticos durante o regime militar, que está com os trabalhos parados desde 1998 por falta de dados novos, pode voltar a se reunir.

O presidente da comissão, advogado Miguel Reale Júnior, disse ao Último Segundo, que a série de denúncias que têm chegado à imprensa podem motivar a reativação dos trabalhos.

“Os membros da comissão estão verificando a veracidade das informações veiculadas nas reportagens. Se for comprovado que há motivo para a retomada, não hesitaremos em fazê-lo”, disse.

Para o presidente da comissão duas matérias são o alvo principal das verificações: a publicada no jornal O DIA em 22 de março, revelando uma associação entre policiais cariocas e um esquema de execução de presos políticos e a do Jornal Nacional de segunda-feira e terça-feira, falando sobre a tortura e a execução de um casal de ativistas que teriam matado um agente da CIA.

O grupo Tortura Nuca Mais está conversando com os membros da comissão para tentar agilizar o retorno aos trabalhos.

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Sem militância política.

Doméstica, casada, natural do Rio de Janeiro e morta aos 40 anos de idade, em 01 de fevereiro de 1972, ao ser baleada na rua por agentes da repressão que perseguiam militantes políticos.

Pesquisas realizadas pelo GTNM/RJ constataram que Íris morreu antes de dar entrada no Hospital Getúlio Vargas (RJ), para onde fora levada.

Seu corpo entrou no IML/RJ com a Guia n° 85 da 27ª D.P., no mesmo dia de sua morte e foi necropsiado em 02 de fevereiro de 1972 pelo Dr. Hygino C. Hércules, não constando nome do 2° legista. A causa mortis foi “ferida transfixiante de coxa interseccionando a artéria femural direita”. Foi retirada por seu esposo, Anésio Amaral Filho, e sepultada no Cemitério de Irajá (RJ).

O registro de ocorrência n° 580 da 29ª D.P. diz que: “… fiz remover o corpo de Íris Amaral, cujo óbito ocorreu no interior de um táxi, dirigido por Teobaldo Caputo que, na ocasião, prestava socorro à mulher baleada na perna, em Vicente de Carvalho com Rua Caiçara. Na estrada Vicente de Carvalho (Rio de Janeiro), no dia 1º de fevereiro de 1972, os policiais do CODI/DOI reconheceram, dentro de um carro em movimento, os militantes Flávio Augusto Neves Leão de Sales e Antônio Carlos Nogueira Cabral (morto no Rio de Janeiro neste mesmo ano, em 04 de abril). Os policiais passaram, então, a persegui-los, disparando aleatoriamente suas armas. Assim assassinaram a senhora Iris Amaral e feriram pelo menos mais 4 traseuntes.

Desta perseguição, os militantes escaparam com vida.

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Militante da AÇÃO LIBERTADORA NACIONAL (ALN).

Nasceu em 1941, em São Paulo, filho de Keizo Nagami e Kijue Nagami.

Era professor.

Aos 28 anos, morreu juntamente com Sérgio Correia, em setembro de 1969, na rua Consolação, São Paulo, quando o carro em que viajava explodiu em conseqüência da detonação de explosivos que transportavam.

Enterrado no Cemitério de Guarulhos pela família.

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Militante do PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO (PSB)

Nasceu em 23 de abril de 1898, filho de José Pinto Martins e Emília Barcellos Quintanilla, na cidade de Campos (RJ).

Fez seus estudos no Colégio Salesiano Santa Rosa, em Niterói. Mais tarde, concluiu o curso complementar no Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro.

Formou-se em farmácia em 1921 e em Medicina em 1928. Durante seus estudos, trabalhou no Laboratório Loyd Brasileiro e no Serviço Nacional da Lepra. Como médico, iniciou sua vida profissional no Hospital São Francisco , no Rio de Janeiro.

Foi trabalhar em Muniz Freire (ES), sendo prefeito da cidade posteriormente.

Voltando a Campos, lá exerceu a medicina por 35 anos ininterruptos, inclusive dando aulas em colégios locais.

Na década de 40, fundou a Esquerda Democrática de Campos, lutando contra o nazi-fascismo. Nos anos 50, criou o Centro de Estudos em Defesa do Petróleo, o primeiro surgido em cidade do interior, a exemplo do Movimento Nacional criado no Rio de Janeiro, do qual ele foi um dos fundadores.

Em 1954, elegeu-se prefeito de Campos e, em 58, deputado estadual pelo PSB, sendo primeiro secretário da Assembléia. Em 1963 foi eleito novamente prefeito de Campos, já com a saúde minada por dois enfartes que tivera. Criou a Fundação de Campos e o Horto Municipal.

O golpe militar encontrou-o à frente da resistência em Campos. Tentaram cassar-lhe o mandato, mas a Câmara Municipal, por maioria, impediu que tal sucedesse. Foi destituído do cargo e mantido preso. Em 10 de abril de 1964 viajou para uma reunião do PSB em Niterói (RJ), quando soube da invasão de sua casa pelo Exército, e que seus familiares foram detidos e submetidos a constrangimentos. Preparando-se para voltar a Campos, João Barcellos Martins, em 11 de abril de 1964, teve um enfarte e morreu aos 66 anos de idade. Foi sepultado no Cemitério de sua cidade, Campos.

José Maximiano de Andrade Neto

Foi preso em julho de 1975 por agentes do DOI-CODI/SP, em São Paulo, sob a acusação de ser militante do PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO (PCB).

Coronel reformado da Polícia Militar de São Paulo, “expurgado” em 1964.

Foi torturado nas dependências do DOI/CODI-SP, como atesta Inês de Castro, em seu depoimento feito no I° Congresso Nacional pela Anistia, realizado em novembro de 1978.

Um dia após ter sido libertado, José morreu no Hospital Clinicor, em Campinas, em virtude de um enfarte do miocárdio, certamente provocado pelas torturas sofridas na prisão.

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Foi preso em julho de 1975 por agentes do DOI-CODI/SP, em São Paulo, sob a acusação de ser militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB).

Coronel reformado da Polícia Militar de São Paulo, “expurgado” em 1964.

Foi torturado nas dependências do DOI-CODI/SP, como atesta Inês Castro em seu depoimento feito no Iº Congresso Nacional pela Anistia, realizado em novembro de 1978.

Um dia após ter sido libertado, José morreu no Hospital Clincor, em Campinas, em virtude de um enfarte do miocárdio, certamente provocado pelas torturas sofridas na prisão.

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Militante da AÇÃO LIBERTADORA NACIONAL (ALN).

Morto, acidentalmente, em 25 de janeiro de 1970, aos 19 anos, no Rio de Janeiro, quando a arma de um de seus companheiros disparou, atingindo-o mortalmente.

Seu atestado de óbito de n° 119.761 teve como declarante Durval Muniz Machado e informa que foi retirado do IML, em 29 dejaneiro, tendo sido enterrado pela família no Cemitério São João Batista (RJ).

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Militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Era Gráfico.

Morto em 01 de setembro de 1964, Newton Eduardo entrou no IML/RJ, com a Guia n° 100 do Hospital Miguel Couto, dando sua morte como suicídio.

No Arquivo do DOPS/RJ consta que foi, em 1963, presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias Gráficas, fazendo parte do Comando Geral dos Trabalhadores (CGT).

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Militante da AÇÃO LIBERTADORA NACIONAL (ALN).

Morto, juntamente com Ishiro Nagami, em 4 de setembro de 1969, na rua Consolação, São Paulo, quando o carro em que viajava explodiu em conseqüência da detonação de explosivos que transportavam.

Enterrado no dia 19 de setembro de 1969, como indigente, no Cemitério de Vila Formosa (SP).

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Agricultor de Campo Novo, no Rio Grande do Sul.

Participante da guerrilha deflagrada na cidade de Três Passos, no Rio Grande do Sul, comandada pelo Cel. Jefferson Cardim de Alencar Osório, em março de 1965.

Segundo denúncia de seu irmão Alberi Vieira dos Santos, que também foi assassinado em 79, Silvano foi preso, torturado e jogado do 2° andar do Batalhão de Fronteiras, vindo a morrer 15 dias após, vitimado por um derrame.

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Nasceu em Curvelo, MG, em 5 de junho de 1923, filha de Pedro Netto e Francisca Gomes Netto. Mais tarde sua família se mudou para Belo Horizonte, onde fez o curso primário no Grupo Escolar Barão do Rio Branco e o ginasial no Colégio Sagrado Coração de Jesus.

Ousada, criativa, inovadora, anti-militarista, talentosa, corajosa, envolvente, charmosa e alegre. É essa a definição da personalidade da estilista Zuzu Angel.

Começou sua carreira como costureira e, mais tarde, tornou-se “designer”, transformando panos de colchão, fitas de gorgurão, rendas do norte, pedras preciosas, estampados de pássaros e papagaios, babados e zuartes em saias, chales e vestidos maravilhosos, criando uma moda brasileira capaz de encantar o mundo

O anjo era a logomarca de sua confecção. Seu princípio era a liberdade. Criava uma moda autêntica – a partir de suas raízes e origens de sua vida e emoções. A natureza brasileira estava presente em suas roupas, através das flores, pássaros e borboletas.

Morta aos 49 anos de idade, em 14 de abril de 1976, às 3:00 horas, na Estrada da Gávea, à saída do Túnel Dois Irmãos (RJ).

Figurinista conhecida internacionalmente como Zuzu Angel, era mãe do militante Stuart Angel Jones, desaparecido político, preso em 14 de maio de 1971 pelos agentes do CISA, onde foi torturado e assassinado.

O preso político Alex Polari de Alverga, escreveu da prisão – logo após a morte de Stuart – carta a Zuzu Angel, onde narrava as torturas sofridas por seu filho. Alex presenciou Stuart ser arrastado por um jipe pelo pátio interno da Base Aérea do Galeão, com a boca no cano de descarga do veículo. Também ouviu os gritos de Stuart – numa cela ao lado – pedindo água e dizendo que ia morrer e, pouco depois, seu corpo foi retirado da cela. Este depoimento de Alex consta do vídeo “Sônia Morta e Viva”, produzido e dirigido por Sérgio Waisman, em 1985.

Zuzu Angel incansavelmente denunciou as torturas, morte e ocultação do cadáver de Stuart, tanto no Brasil como no exterior. Em vários de seus desfiles no exterior denunciou a morte do filho para a imprensa estrangeira e a deputados norte-americanos, entregando em mãos uma carta a Henry Kissinger, na época Secretário de Estado do Governo norte-americano, visto que seu filho também tinha a cidadania americana.Sua atitude e a abrangência das denuncias, apesar da férrea censura, desnudavam o que a ditadura tentava esconder, os desaparecidos.

Zuzu passou, então a fazer – como ela mesma classificaria – “a primeira coleção de moda política da história”, usando estampas com silhuetas bélicas, pássaros engaiolados e balas de canhão disparadas contra anjos. O anjo tornou-se o símbolo de Tuti, o filho desaparecido – caracterizando suas coleções de moda: anjos amordaçados, meninos aprisionados, sol atrás das grades, jeeps e quépis.

Durante cinco anos, buscou reaver o corpo de Stuart, cuja morte e prisão jamais foram admitidos pelos órgãos de segurança. O atrevimento, a criatividade, a audácia e até mesmo o bom humor foram as armas que ela usou contra a ditadura.

Soube tirar proveito de sua fama, para envolver, a favor da sua causa, inúmeros clientes e amigos importantes: Joan Crawford, Kim Novak, Veruska, Liza Minelli, Jean Shrimpton, Margot Fontein, Henry Kissinger, Ted Kennedy, entre outros.

Dizia sempre: “Eu não tenho coragem, coragem tinha meu filho. Eu tenho legitimidade”.

O acidente de automóvel em que veio a morrer foi bastante estranho, não ficando claro até hoje as circunstâncias dessa tragédia. Há testemunhas que afirmam que havia um jipe do Exército, logo após o acidente, na saída do túnel Dois Irmãos.

Ela própria denunciou seu fim: ”Se eu aparecer morta, por acidente ou outro meio, terá sido obra dos assassinos do meu amado filho”.

Seu óbito, de n° 384, foi firmado pelo Dr. Higino de Carvalho Hércules, que confirma a versão policial de morte em acidente.

Uma semana antes do acidente que a vitimou fatalmente, Zuzu deixara na casa de Chico Buarque, um documento que deveria ser publicado caso algo lhe acontecesse.

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Sua postura diante da vida, sua força e sua garra, inspiraram Chico Buarque que compôs a música “Angélica”, onde ele pergunta, quem é essa mulher?

Zuzu Angel foi sepultada pela família, em 15 de abril de 1976, no Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro.  

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